ChuvaDeNanquim*
 
Performances, experiências e procedimentos. Valéria Medeiros emaildomundo@yahoo.com.br
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Quinta-feira

   
YS 125 - estudo




posted by depoisdatempestade 5:54 PM


 
Coelho e eu - estudo



posted by depoisdatempestade 5:48 PM


Segunda-feira

   


















posted by depoisdatempestade 9:50 AM


 

Todas as minhas performances são roteirizadas com antecedência. Nada é gratuito ou improvisado, não há acidentes. A idéia de acidente comporta a possibilidade de contaminação por conteúdos pessoais inconscientes e é justamente isso que eu pretendo evitar. Eu me coloco como um agente, um ente despersonalizado que realiza uma ação cujo valor, de arte, nada tem a ver comigo. Há um aspecto de universalidade nessa busca, uma ultrapassagem que propõe um campo de interação em que o espectador é deslocado do seu papel habitual. O esvaziamento dos sentidos narrativos abre esse espaço em que ele protagoniza sua experiência de autoria. Ele não apenas assiste, mas é parte ativada, provocada a criar um sentido na tensão entre ele mesmo e o que se apresenta. Tensão que não chega a se resolver inteiramente, porque a obra esquiva-se a assumir qualquer papel socialmente identificável e, justamente por isso, abre, inaugura uma convivência criativa.
Convivência é um conceito importante no que entendo por performance. Meu trabalho busca exatamente compartilhar uma vivência comum, a con-vivência de um descentramento.








posted by depoisdatempestade 9:16 AM


Quinta-feira

   
Peixe Solúvel

















posted by depoisdatempestade 1:29 PM


Quarta-feira

   
Óvulo - Valéria Medeiros
Música de Gilles Dadasong - " Eu vi a Nadja"



















posted by depoisdatempestade 7:13 AM


Terça-feira

   

Réquiem - Valéria Medeiros








posted by depoisdatempestade 10:19 AM


 
Os procedimentos sinalizam uma espécie de percurso narrativo, mas não há garantia de que não se trate de uma pista falsa. Os objetos desempenham seus papéis procedimentais com a autonomia que a sua própria história de coisa lhes confere. Entre a coisa e um possível sentido narrado há um espaço de indeterminação e de estranhamento que coloca em xeque a narração. Coisas, por definição, não protagonizam dramas. Elas seguem um procedimento, indiferentes ao sentido que lhes damos.

Valéria Medeiros.






posted by depoisdatempestade 3:43 AM


 
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